As definições a seguir e taxonomia são incluídas para fornecer uma visão geral do conceitos de computação em nuvem. No entanto, o foco deste post é definir cenários de nuvens e casos de uso baseados em aplicações do mundo real e necessidades, e não definir a computação em nuvem em si. Meu objetivo é proporcionar aos casos, cenários que são claros, interessantes e úteis, independentemente da forma como os cenários podem ser definidos ou colocado em uma taxonomia.
Definições de conceitos de computação em nuvem
Cloud Computing: Cloud computing é um modelo para permitir de maneira onipresente e
conveniente, o acesso à rede sob demanda para um conjunto compartilhado de recursos de computação (por exemplo, redes, servidores, armazenamento, aplicações e serviços) que podem ser rapidamente configurados e liberados com a gestão de um mínimo esforço ou interação com prestador de serviço. (Esta definição é do mais recente projeto da NIST (Trabalho Definição de Cloud Computing) publicado nos EUA pelo Instituto Nacional de Padrões e tecnologia)
Modelos de entrega
A definição do NIST da computação em nuvem define três modelos de entrega:
Software como Serviço (SaaS): o consumidor usa um aplicativo, mas não controla o sistema operacional, hardware e infra-estrutura de rede em que ele está executando.
Plataforma como um Serviço (PaaS): o consumidor utiliza um ambiente de hospedagem
para suas aplicações. O consumidor controla os aplicativos executados no ambiente (e, eventualmente, tem algum controle sobre o ambiente de hospedagem),mas não tem controle sobre o sistema operacional, hardware ou rede e a infra-estrutura em que eles estão executando.
Infrastructure as a Service (IaaS): O consumidor usa "fundamentalmente recursos de computação ", como poder de processamento, armazenamento, redes ou componentes de middleware. O consumidor pode controlar o funcionamento do sistema, armazenamento, aplicativos implantados e, possivelmente, em rede componentes, tais como firewalls e balanceadores de carga, mas não a infraestrutura da nuvem
(continua)
O assunto agora é:
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Efeito "25 de marco" em TI
A 25 de marco e uma rua de Sao Paulo referencia para produtos baratos,em sua grande maioria falsificados ou de baixa qualidade.
Nossa industria adotou como mecanismo de competitividade e reducao de custos a importacao de componentes e produtos da China que tem sido o " Ovo de Colombo" e a desculpa para que nossa industria falte com a etica e o respeito aos consumidores.
Depois de pouquissimo tempo de uso tive alguns problemas com meu laptop , celulares e outras quinquilharias de empresas conceituadas que leva crer que existem falhas grosseiras na linha de montagem alem da falta de reposicao de pecas.
As assistencias tecnicas nao passam de meras trocadoras de pecas defeituosas enviadas pelo fabricante nacional. Comeca ai uma novel, nao mais mexicana, mas chinesa. Lotes inteiros de produtos sao descontinuados apos o termino dos estoques. Pecas de reposicao ? A desculpa e sempre a velocidade com que as coisas se atualizam. Sera isso mesmo ou estamos adquirindo produtos canibalizados ? Cade a etica nos negocios ?
Eu como consumidor, nao so de TI mas de outros segmentos, recebo uma mensagem clara, nao escritas nos manuais de uma folha , de que os produtos mais baratos e mais faceis de adquirir sao rapidamente ultrapassados e devem ser descartados ao inves de reparados. Afinal, ou o produto veio da 25 de marco ou e da China.
Esse e o mercado que estamos desenvolvendo ? Comecei minha carreira em TI na decada de 1980, o entao governo,pensando no futuro da nossa industria brazuca de TI, criou a controversa LEI DE RESERVA DE MERCAO DE INFORMATICA. A ideia era basicamente proteger um crescente parque defabricas evitando a importacao de produtos de paises com tecnologia mais avancada e precos menores que os nossos, gerando assim uma demanda pra nossa industria interna e dando um folego pra assimilarmos as novas tecnologias que surgia no exterior.
Essa medida ajudou a abrir espaco para a entrada de grandes multinacionais que compraram essas fabricas e modernizaram nosso parque tecnologico.E depois disso?
Obviamente os exportadores nao tem problemas com os produtos chineses e ainda somos usados como referencia mundial. Esse pessoal deve saber de algo que nao sei ou as industrias que abastecem o mercado interno (desde a laranja, cafe, passando pelas escovas de dentes e servidores de alta tecnologia) realmente acham que o mercado nacional e de segunda linha e nao investe em componentes de qualidade superior tentando nos convencer de que "isso vem da China, e assim mesmo...relaxa e troca" ?
Globalizar e baixar custos sao inevitaveis. Deixar de ser etico com nosso consumidor interno e no minimo uma lastima.
PS.: Desculpem a falta de acento,mas o fabricante do meu laptop informa que nao existe teclado disponivel para troca por meu laptop ser de uma versao lancada ha 2 anos mas que ofereceria desconto de 10% na troca pela versao mais "moderna".
Nossa industria adotou como mecanismo de competitividade e reducao de custos a importacao de componentes e produtos da China que tem sido o " Ovo de Colombo" e a desculpa para que nossa industria falte com a etica e o respeito aos consumidores.
Depois de pouquissimo tempo de uso tive alguns problemas com meu laptop , celulares e outras quinquilharias de empresas conceituadas que leva crer que existem falhas grosseiras na linha de montagem alem da falta de reposicao de pecas.
As assistencias tecnicas nao passam de meras trocadoras de pecas defeituosas enviadas pelo fabricante nacional. Comeca ai uma novel, nao mais mexicana, mas chinesa. Lotes inteiros de produtos sao descontinuados apos o termino dos estoques. Pecas de reposicao ? A desculpa e sempre a velocidade com que as coisas se atualizam. Sera isso mesmo ou estamos adquirindo produtos canibalizados ? Cade a etica nos negocios ?
Eu como consumidor, nao so de TI mas de outros segmentos, recebo uma mensagem clara, nao escritas nos manuais de uma folha , de que os produtos mais baratos e mais faceis de adquirir sao rapidamente ultrapassados e devem ser descartados ao inves de reparados. Afinal, ou o produto veio da 25 de marco ou e da China.
Esse e o mercado que estamos desenvolvendo ? Comecei minha carreira em TI na decada de 1980, o entao governo,pensando no futuro da nossa industria brazuca de TI, criou a controversa LEI DE RESERVA DE MERCAO DE INFORMATICA. A ideia era basicamente proteger um crescente parque defabricas evitando a importacao de produtos de paises com tecnologia mais avancada e precos menores que os nossos, gerando assim uma demanda pra nossa industria interna e dando um folego pra assimilarmos as novas tecnologias que surgia no exterior.
Essa medida ajudou a abrir espaco para a entrada de grandes multinacionais que compraram essas fabricas e modernizaram nosso parque tecnologico.E depois disso?
Obviamente os exportadores nao tem problemas com os produtos chineses e ainda somos usados como referencia mundial. Esse pessoal deve saber de algo que nao sei ou as industrias que abastecem o mercado interno (desde a laranja, cafe, passando pelas escovas de dentes e servidores de alta tecnologia) realmente acham que o mercado nacional e de segunda linha e nao investe em componentes de qualidade superior tentando nos convencer de que "isso vem da China, e assim mesmo...relaxa e troca" ?
Globalizar e baixar custos sao inevitaveis. Deixar de ser etico com nosso consumidor interno e no minimo uma lastima.
PS.: Desculpem a falta de acento,mas o fabricante do meu laptop informa que nao existe teclado disponivel para troca por meu laptop ser de uma versao lancada ha 2 anos mas que ofereceria desconto de 10% na troca pela versao mais "moderna".
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